Pela Eficiência Energética Reduzimos Custos e Preservamos o Meio Ambiente

   
 

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19/10/2010 - Na Europa, eficiência energética será alavanca do setor da construção - Novas exigências ambientais levam as empresas a procurar formas alternativas de construção. A eficiência energética e a redução do consumo de energia são prioridades da União Européia para 2020

19/10/2010 - CPFL troca instalação elétrica de mil casas - A CPFL-Piratininga vai reformar as instalações elétricas em mil residências de famílias carentes de Sorocaba (SP). A faz parte do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que também prevê a substituição das gelade

19/10/2010 - Abrace é contra utilização dos recursos da RGR no plano de eficiência energética - A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) propõe que os custos dos projetos previstos no Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf) sejam cobertos com recursos do Fundo Nacional de Desenvo

19/10/2010 - Google integra projeto bilionário de energia eólica nos Estados Unidos - O Google adquiriu 37,5% de participação no projeto Atlantic Wind Connection que prevê a instalação de uma linha de transmissão de energia elétrica destinada a interligar usinas eólicas construídas no mar à populosa Costa Leste dos Estados Unidos.

19/10/2010 - Horário de verão economizará 5% de energia - O horário de verão também serve para conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural e garantir uma menor carga no período das 19h às 21h.

19/10/2010 - Uso de LEDs deve crescer 60% até 2012 no Brasil, impulsionado pelo varejo - Empresas também adotam uso de LED. A Coca-Cola anunciou recentemente o investimento na troca das lâmpadas internas das geladeiras de pontos de venda por LEDs, visando aumento de 50% na eficiência energética .

19/10/2010 - No Brasil, ponte e hotéis já usam LED - Luzes coloridas da ponte estaiada, em São Paulo, consomem a mesma energia que um chuveiro residencial

Google integra projeto bilionário de energia eólica nos Estados Unidos
O Google decidiu colocar recursos em um projeto de US$ 5 bilhões que prevê a instalação de uma linha de transmissão de energia elétrica destinada a interligar usinas eólicas construídas no mar à populosa Costa Leste dos Estados Unidos, segundo informou a agência de notícias Reuters.

A decisão marca a mais recente incursão do gigante das buscas na internet em negócios distantes da origem da empresa. O Google, que tem cerca de US$ 30 bilhões em caixa, não informou quanto investiu para comprar 37,5% de participação no projeto Atlantic Wind Connection, mas os projetistas garantiram que a rodada inicial de financiamento chegou às dezenas de milhões de dólares.

O financiamento da rede elétrica submarina de 563 quilômetros inclui, além do Google, a empresa japonesa Marubeni, e a norte-americana Good Energies. A instalação será feita pela Trans-Elect, companhia especializada em linhas de transmissão de energia.

O cabo ajudará os envolvidos em projetos de energia eólica marinha a superar o principal desafio em termos de custos: como conectar as turbinas à rede elétrica de uma maneira que permita vender a energia produzida pelo vento no mar a múltiplos clientes.

"Isso servirá como uma via expressa para a energia limpa, com rampas de acesso para os complexos eólicos e capacidade de expansão inteligente", destacou Rick Needham, diretor de Operações Ecológicas do Google, em entrevista coletiva em Washington. "Podemos ajudar a acelerar a criação de um setor industrial capaz de fornecer milhares de empregos."

A Trans-Elect antecipa que o primeiro segmento do projeto, cuja construção deve começar em 2013, tenha o custo de US$ 1,8 bilhão.

O Google descreveu a própria participação inicial de 37,5% no projeto como "estágio inicial", deixando aberta a possibilidade de que outros investidores ou financiadores participem da construção.
Alguns obstáculos
Segundo a Reuters, a indústria de energia renovável recebeu positivamente a notícia do projeto, mas alguns representantes do setor ponderam que a linha de transmissão ligando o continente às turbinas no mar é apenas um de muitos obstáculos enfrentados pelo segmento.

Há ainda uma complexa série de permissões governamentais que têm atrasado projetos por quase uma década e falta de clareza em um marco regulatório para energia e política ambiental em Washington, onde o Congresso dos EUA não parece propenso a aprovar ainda no mandato do presidente Barack Obama um amplo projeto sobre o clima.

A falta de espaço para turbinas eólicas na densamente povoada Costa Leste dos Estados Unidos tem incentivado planos para a instalação de turbinas no mar. O projeto do cabo que recebeu apoio do Google será capaz de transmitir cerca de 6 gigawatts de eletricidade, o suficiente para atender cerca de 1,9 milhão de residências.
Contudo, vale observar que o projeto envolve apenas a linha de transmissão, o que significa que outros investidores terão de financiar e construir as turbinas eólicas.
Fonte: Blog 2020 Sustentável / Reuters

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