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6/12/2011 - Energia Solar: ações para estimular expansão - O governo fluminense encaminhou na sexta-feira, 25 de novembro, ao Fórum dos Secretários Estaduais de Energia um documento chamado Carta do Sol, que propõe medidas para estimular o aproveitamento da energia solar.

6/12/2011 - Tecnologia brasileira elimina poluentes industriais com energia solar - Pesquisadores da Unicamp criaram uma alternativa sustentável, viável economicamente, e altamente eficiente, para eliminar poluentes orgânicos da água.

6/12/2011 - Governo do Rio apresenta propostas para expansão da energia solar em seminário do setor - Encontro foi promovido pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico e do Ambiente.

6/12/2011 - CPFL Energia integra o ISE pelo sétimo ano consecutivo - Pela sétima vez consecutiva, a CPFL Energia integra o ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa

6/12/2011 - Energia solar: avanços tecnológicos em foco - A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro realiza, nesta sexta-feira (25), o Seminário Nacional de Energia Solar – Avanços Tecnológicos e Viabilidade Econômica.

6/12/2011 - AIE diz que uso de energias renováveis cresce em ritmo acelerado - O crescimento das energias renováveis apresentou nos últimos anos ritmo forte, em sintonia com o cenário energético sustentável, o que permitiria manter o controle do aquecimento climático, apontou um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Agência In

6/12/2011 - Energia eólica tem preços mais competitivos que o esperado, afirma presidente da Abeeolica - Valor por megawatt-hora caiu de R$ 298 para R$ 99,64

Energia Solar: ações para estimular expansão
O governo fluminense encaminhou na sexta-feira, 25 de novembro, ao Fórum dos Secretários Estaduais de Energia um documento chamado Carta do Sol, que propõe medidas para estimular o aproveitamento da energia solar.
Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento e Energia do Rio, Júlio Bueno, a expectativa é que os demais secretários também assinem o documento e que ele seja encaminhado ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Entre as medidas propostas estão a concessão de estímulos financeiros e tributários, desenvolvimento tecnológico e fomento da cadeia produtiva de equipamentos fotovoltaicos, como células e geradores.

Com a Carta do Sol, o governo fluminense espera que a energia solar possa ter o mesmo tratamento dado à energia eólica que, nos últimos dois anos, teve grande desenvolvimento no país depois da divulgação de um documento semelhante, a Carta dos Ventos, de 2009.

“É um documento que tem por objetivo ajudar no debate da implantação da energia solar na matriz energética. Fala sobre a criação de um mercado, a questão da regulação, o desenvolvimento tecnológico, o parque fabril e a necessária desoneração”, disse Bueno.

Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, a energia solar tem grandes chances de sucesso no Brasil, um país ensolarado e um dos maiores produtores mundiais de silício, matéria-prima para esse tipo de equipamento.

O secretário estadual do Ambiente do Rio, Carlos Minc, disse que o estado está se empenhando para estimular o aproveitamento de energias renováveis. O governo fluminense já publicou decreto desonerando equipamentos para produção de energia eólica e solar. Minc revelou que há, inclusive, um plano para criar dois distritos verdes no estado. Um voltado à produção de equipamentos, possivelmente em Itaguaí, na região metropolitana da capital, e outro para a pesquisa de novas tecnologias na área de energias alternativas.

Potencial - Ao ministrar a palestra “Do espaço para a Terra: a história da energia solar fotovoltaica”, que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) promoveu na semana passada, o esquisador norte-americano John Perlin, da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, apresentou a energia solar como uma modalidade potencialmente vantajosa para o Brasil devido à intensa insolação. “É energia limpa, de baixo custo e cujos componentes têm um ciclo de vida longo.” Além disso, destacou a possibilidade de reciclagem do silício e os múltiplos empregos da tecnologia fotovoltaica, do setor aeroespacial à iluminação residencial, com impactos socioambientais importantes e destaque para a possibilidade de integração das comunidades isoladas.

|Fonte: Agência Brasil, com informações do IPT

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