Pela Eficiência Energética Reduzimos Custos e Preservamos o Meio Ambiente

   
 

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2/3/2011 - Usiminas investirá para ser autossuficiente em energia - Usiminas vai investir em eficiência energética de suas instalações e em geração de energia para não precisar mais recorrer ao mercado. A meta da companhia é reduzir seus custos em cerca de R$ 350 milhões ao ano a partir de 2015, quando esses investimentos

2/3/2011 - Contrato permitirá investimento de R$ 1,241 bi para fornecimento de energia - Contrato assinado, na semana passada, por seis distribuidoras de energia elétrica vinculadas à Eletrobrás prevê R$ 1,2 bilhão para melhorias no fornecimento de energia. Na divisão dos investimentos, o Acre ficará com R$ 112,4 milhões; Alagoas, com R$ 266,

14/4/2011 - EPE descarta problema de abastecimento de energia elétrica por causa de Angra 1 e 2 - O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou que o Brasil tem hoje um excedente de energia. Por isso, o desligamento sucessivo das usinas nucleares Angra 1 e 2 do sistema elétrico nacional não oferece grandes preocupa

2/3/2011 - SP quer diversificar matriz energética, diz secretário - Objetivo é reduzir a dependência da hidreletricidade ao estimular fontes alternativas como bagaço de cana-de-açúcar, luz solar e gás natural.

2/3/2011 - Os apagões e a eficiência energética - Artigo produzido por José Starosta, engenheiro, diretor da Ação Engenharia e Instalações e presidente da ABESCO

25/2/2011 - Renováveis respondem por metade da matriz energética no país, diz Ipea - Segundo o Ipea, o Brasil tem sido exemplo mundial no uso de energias renováveis ao manter, desde os anos 1970 até 2009, matriz energética que oscila entre 61% (1971) e 41% (2002) originada de fontes renováveis

25/2/2011 - Geração de Energia - O potencial de produção de todas as hidrelétricas, termoelétricas, usinas nucleares e demais empreendimentos de geração instalados no Brasil atingiu um total de 112.398 megawatts (MW)

Usiminas investirá para ser autossuficiente em energia
Após a decisão de se tornar autossuficiente em minério de ferro para evitar a volatilidade de preços deste que é um dos principais insumos para a sua atividade fim, a Usiminas quer investir agora em eficiência energética de suas instalações e em geração de energia para não precisar mais recorrer ao mercado. A meta da companhia é reduzir seus custos em cerca de R$ 350 milhões ao ano a partir de 2015, quando esses investimentos, ainda sem um valor definido, estiverem concluídos.

De acordo com o presidente da companhia, Wilson Brumer, a Usiminas consome 450 MW de energia e desse volume apenas 100 MW tem origem própria. O restante é adquirido por meio de contratos no ambiente livre de contratação. Essa diferença de 350 MW, disse o executivo, poderá ser suprida internamente com a otimização de processos e modernização de equipamentos. A Usiminas avalia ainda, até mesmo, no investimento em ativos de geração de energia hidroelétrica, porém, a empresa afirma que não há nenhum projeto no alvo.

"A determinação do conselho de administração é de que até 2015 tenhamos toda a energia que consumimos sendo gerada internamente", afirmou ele. "Essa redução de consumo pode ser obtida via melhoria contínua de processos internos, com a modernização de equipamentos que apresentam defasagem tecnológica e um mix de insumos energéticos como o gás natural que chegou recentemente a Ipatinga ou os gases resultantes da operação de alto-fornos em ciclo combinado com carvão em uma unidade de co-geração", completou o executivo.

Entre as alternativas tecnológicas que poderão ser utilizadas pela companhia está a aplicada na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) que produz toda a energia que consome por meio de uma termoelétrica própria no ciclo que combina os gases dos alto-fornos com carvão mineral.

Enquanto a empresa não define os aportes que serão feitos para alcançar essa autossuficiência em energia, a empresa projeta investimentos de R$ 2,8 bilhões este ano. Apesar do valor, esse volume de recursos representa uma queda de 14% ante o recorde de R$ 3,2 bilhões aplicados em 2010.

"A tendência para este é reduzir o volume de investimentos uma vez que uma grande parte foi feita no ano passado para a expansão de nossa capacidade produtiva", afirmou Brummer. A Usiminas prevê colocar em operação na Usina de Ipatinga, a nova linha de galvanização ainda no primeiro semestre. O projeto vai ampliar em 550 mil toneladas a capacidade instalada de produção de aços galvanizados para a indústria automotiva. Além disso, há o novo laminador de tiras a quente, em construção na Usina de Cubatão (SP).

Já a Mineração Usiminas vai investir, a partir deste ano, R$ 550 milhões para a construção de novas plantas de concentração de Sinter Feed e Pellet Feed, responsáveis por elevar a capacidade produtiva de sete para 12 milhões de toneladas, ao final de 2012. Os investimentos para os próximos quatro anos nessa atividade são estimados em R$ 4,1 bilhões, o que elevará a capacidade de produção a 29 milhões de toneladas em 2015.
Fonte: Jornal DCI

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