Pela Eficiência Energética Reduzimos Custos e Preservamos o Meio Ambiente

   
 

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15/12/2010 - Energia limpa pode atrair US$ 2,3 trilhões até 2020 - Estudo internacional de instituto dos EUA mostra que os investimentos em energia limpa (solar, eólica e biomassa) podem chegar a US$ 2,3 trilhões até 2020

8/12/2010 - Vencimento de concessões é o maior desafio do setor - Veja a analise das conseqüências previstas com relação às concessões do Setor Elétrico que vencem nos próximos anos – de 2015 a 2017- envolvendo a oferta de 21.500 MW e 73.000 Km de linhas de transmissão.

8/12/2010 - Obras de Belo Monte devem ter início em abril - O diretor de Planejamento e Engenharia da Eletronorte, Adhemar Palocci, estima que as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte devem começar em abril de 2011. Para que as obras possam ser iniciadas, no entanto, o consórcio vencedor do leilão terá de enfr

8/12/2010 - Eficiência energética é tema de curso da Poli/USP - Escola Politécnica (Poli/USP) vai promover, em 2011, curso de Eficiência Energética em Organizações e Empreendimentos. Entre as disciplinas oferecidas estão: mercado de energia e sustentabilidade; eficiência energética (comércio, indústria, institucional

8/12/2010 - Eficiência na indústria pode economizar R$85 bi - Estudo analisou 13 setores industriais do Brasil. Resultados mostram que a redução no consumo de energia poderia gerar economia, no período de 2010 a 2030, de R$85 bilhões e redução de 239 milhões de toneladas nas emissões de gás carbônico.

8/12/2010 - Projeto piloto quer reduzir consumo de energia elétrica no Amazonas - Projeto do governo deve abranger 20 prédios públicos e reduzir o consumo de energia em 4.561,19 MWh por ano, o que representa uma economia de R$ 912 mil ao ano.

8/12/2010 - Brasil pode ter matriz energética renovável sem reduzir crescimento econômico, diz Greenpeace - Estudo do Greenpeace mostra que matriz energética brasileira pode chegar a 2050 com 93% de fontes renováveis. A expansão de fontes de energia eólica, solar, de biomassa, hidrelétrica e oceânica pode garantir 1.197 terawatts-hora.

Energia limpa pode atrair US$ 2,3 trilhões até 2020
Os investimentos no mercado global de energia limpa - solar, eólica e biomassa - podem chegar a US$ 2,3 trilhões até 2020, segundo levantamento da Pew Charitable Trusts, instituição sem fins lucrativos com sede na Pensilvânia, nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, os investimentos podem crescer US$ 546 bilhões, além do US$ 1,7 trilhão previsto para o período, caso os países membros do G-20 avancem em suas políticas ambientais. Em 2009, o mercado de energia limpa atingiu US$ 162 bilhões, após crescer 230% desde 2005.

O relatório leva em conta projeções feitas com três cenários possíveis. No primeiro deles, os países do G-20 não mudariam suas políticas ambientais. No segundo cenário, as nações adotariam as medidas necessárias para alcançar as metas voluntárias divulgadas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague (COP-15), no ano passado. No terceiro cenário, o mais otimista, os países criariam políticas para ações de grande capacidade de redução dos gases causadores do efeito estufa.

Em todos os cenários, porém, a estimativa indica que a maioria dos investimentos seguirá para a Ásia, que substituiu a Europa na liderança desse mercado. Até 2020, China, Índia, Japão e Coreia do Sul contabilizarão aproximadamente 40% dos investimentos mundiais em projetos de energia limpa. Segundo as projeções, a China irá se manter na liderança no setor, atraindo sozinha investimentos na casa dos US$ 620 bilhões ao longo da década, fruto de iniciativas para expandir a matriz energética nacional e atender as demandas domésticas crescentes.

A Europa, que havia liderado o setor até agora graças a políticas de mitigação incentivadas pelo Protocolo de Kyoto, ainda pode crescer 20% além das previsões iniciais, caso adote políticas ambientais mais profundas.

O Brasil, no cenário mais otimista, pode dobrar a capacidade de atração de investimentos de US$ 4 bilhões para US$ 8 bilhões anuais até 2020. O relatório lembra que o País já tem uma matriz energética limpa, além de ostentar o posto de segundo maior mercado de biocombustíveis. Por outro lado, o relatório afirma que o Brasil "poderia ter mais sucesso" se o governo baixasse os impostos para projetos de infraestrutura e energias renováveis. Além disso, recomenda que o governo reduza os juros para que o crédito a projetos ambientais seja mais acessível por meio de outras instituições além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Fonte: O Estado de S.Paulo

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