12/10/2010 - Philips lança lâmpada LED para iluminação residencial - Nova lâmpada LED, da Philips, foi desenvolvida para uso em residências. Disponível na cor suave (3.000K), a lâmpadas oferece vida útil de 25.000 horas.
12/10/2010 - Paraná coloca em circulação 1º táxi elétrico do Brasil - Com a carga cheia, o veículo tem autonomia para rodar 100 quilômetros. O custo do quilômetro rodado equivale a 20% do de um veículo movido a gasolina. Companhia Paranaense de Energia (Copel) também inaugurou um eletroposto para abastecer o veículo, que fu
12/10/2010 - Demanda por energia deve ser menor no último trimestre - Produção de energia nos últimos 12 meses teve avanço de 8,7% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores, mas último trimestre do ano deve registrar menor demanda, dizem analistas.
O AVANÇO DA CHINA JUNTO AO SETOR ENERGÉTICO NO BRASIL E NO MUNDO
1. INTRODUÇÃO A República Popular da China localiza-se no leste do continente asiático e possui uma extensão territorial de 9,6 milhões de quilômetros quadrados, sendo o terceiro maior país do mundo depois de Rússia e Canadá. [1]
Em termos de população, é o país mais populoso do mundo com aproximadamente 1,3 bilhão de habitantes incluindo a provincia de Taiwan, e as Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau. [2]
Desde que Deng Xiaoping abriu a economia chinesa, 30 anos atrás, o desenvolvimento rápido tem sido o tema principal [3] para os chineses. E a energia, um assunto crucial.
Embora a China dependa do carvão para a produção de mais de dois terços da energia total que consome, o país vem acelerando a promoção de fontes renováveis, como energia hidrelétrica, eólica, solar e de biomassa.
Hoje, cerca de 7% da energia doméstica vem de combustíveis renováveis (ante 47% do Brasil). O governo fixou como meta elevar esse percentual para pelo menos 15% até 2020 e o objetivo vem sendo apoiado por uma combinação de incentivos e legislação. [3]
2. SITUAÇÃO ENERGÉTICA DA CHINA Usinas hidrelétricas são a maior fonte de energia renovável da China, fornecendo cerca de 13% da eletricidade consumida no país (ante 83% no Brasil) e 6% de sua energia total. A usina de Três Gargantas (22,5 gigawatts) desbancou Itaipu (14 gigawatts) como a maior usina hidrelétrica do mundo. A China está construindo o equivalente a uma Itaipu a cada dois anos apenas em pequenas usinas. A meta oficial para a hidroeletricidade é atingir 300 gigawatts até 2020. [3]
O vento é a segunda maior fonte de energia renovável na China, com capacidade instalada em 2008 chegando a 12,2 gigawatts e dobrando a cada quatro anos. De acordo com alguns especialistas, turbinas de vento poderiam produzir toda a eletricidade adicional de que o país vai precisar entre hoje e 2030. A meta atual para a energia eólica é de 100 gigawatts até 2020. [3]
A produção de energia solar na China foi responsável por quase 40% do total global fornecido em 2008. Embora a China já seja a maior fornecedora mundial de células fotovoltaicas, o mercado solar doméstico se encontra abaixo de seu potencial. Aquecedores de água solares já estão em 10% dos lares chineses e, recentemente, a meta do governo para a energia solar doméstica até 2020 aumentou de 1,8 para 20 gigawatts. [3]
Biomassas como madeira, turfa e culturas agrícolas têm participação modesta no contexto geral, mas vêm ganhando relevância em alguns nichos. Alguns tipos de biomassa são queimados para produzir calor e outros são transformados em gás ou convertidos em combustíveis líquidos – a China já é o terceiro produtor mundial de etanol, atrás de Estados Unidos e Brasil. Em áreas rurais, o objetivo é ter 80 milhões de domicílios usando biogás como principal fonte de energia. [3]
Analistas dizem que, se o índice atual de crescimento das fontes renováveis de energia se mantiver, a China poderá superar suas metas de produção desse tipo de energia já na próxima década. Isso, por sua vez, poderia reduzir o crescimento das emissões chinesas de gases de efeito estufa em menos tempo do que o previsto.
A China deixou claro que melhorar a qualidade de vida da população é a maior prioridade do governo. Sua busca por um modelo mais verde de baixo carbono é motivada pela percepção de que o desenvolvimento com base num intensivo consumo de energia e na produção de poluição não pode ser sustentado e que os mercados de amanhã vão exigir os mesmos produtos e as tecnologias que o país precisa desenvolver para mudar o próprio caminho. Embora pareça uma visão que será justificada pelas tendências globais, ela ainda é tema de debates internos, já que a China enfrenta dificuldades para atingir algumas de suas metas. [3]
Segundo a Agência Internacional de Energia, desde 2009 que a China ultrapassou os EUA como o maior consumidor mundial de energia. O ritmo de subida do consumo energético chinês já registado nos últimos anos faz com que esta notícia não seja uma surpresa para ninguém, mas não se esperava que este limite fosse batido tão depressa, já em 2009… e isso sim, é surpreendente.
A ultrapassagem deve-se a vários fatores. Desde a Recessão, à continuação do crescimento na China e até ao uso mais eficiente de energia nos EUA.
Num registo Per Capita, os EUA continuam a gastar muito mais do que a China e a terem um consumo menos eficiente que a Europa, mas o facto de em 2000 o consumo energético total dos EUA ser então o dobro da China e de hoje esta ter ultrapassado os EUA indica que estamos perante um mundo novo.
Este aumento explosivo das necessidades energéticas da China e o fato destas serem quase todas supridas pela via das importações massivas colocam sérios riscos à economia mundial. Desde logo – se este ritmo se mantiver – é inevitável que este consumo massivo torne a criar uma nova subida estrondosa do preço do barril de crude. Por outro lado, tal necessidade irá levar a China a uma política externa cada vez mais agressiva, especialmente nas regioes que lhe são fornecedoras.
Em termos de carvão – a maior fonte de energia elétrica na China – o país que em 2007 era exportador é hoje o segundo maior importador do mundo, com mais de 115 milhões de toneladas importadas este ano. No petróleo, a China este ano já comprou mais do maior produtor mundial, a Arábia Saudita, do que os EUA.
Infelizmente, este recorde no consumo, apesar dos esforços, ainda está longe de ser acompanhado pelo exigível aumento no padrão de eficiência energética ou diminuição da pegada de Carbono. A China é também já desde 2008 o maior poluidor e emissor de CO2 do globo e a sua ascensão a um estatuto cada vez menos contestável de potencia mundial não tem sido acompanhada (como devia) por um aumento da sua responsabilidade ambiental ou ecológica, já que o regime de Pequim continua a ser um dos grandes opositores a qualquer acordo global e que o seu país segue sendo o maior poluidor mundial… o que é muito preocupante, já que o ritmo de consumo de energia na China não pára de subir, ano após ano. [4]
3. PLANO ENERGÉTICO DA CHINA PARA A PRÓXIMA DÉCADA Conforme publicado no China Securities Journal em agosto de 2010, o Centro de Informação do Estado (State Information Center) informou que a China pretende investir 5 trilhões de yuan (US$738 bilhões) em energia renovável na próxima década, no entanto, ainda não está certa a data do lançamento desse programa. [5]
Também em agosto de 2010, a agência de notícias Xinhua News Agency publicou que a China está delineando um plano de economia de energia para a indústria de telecomunicações como parte do 12º Plano Quinquenal, que irá abranger de 2011 a 2015, a ser lançado ainda no decorrer deste ano.
À medida que a indústria de internet móvel se desenvolve na China, emerge gradativamente o problema do consumo de energia.
Wu Hequan, vice-presidente da Academia de Engenharia Chinesa (Chinese Academy of Engineering) diz que a tecnologia de informação é capaz de ajudar outras indústrias a economizar energia e cortar as emissões de CO2, mas os problemas ambientais causados pelo próprio setor de TI não poderiam ser ignorados. O setor de informática é, atualmente, o quinto maior setor do mundo em termos de consumo de energia, sendo que sua emissão de CO2 responde por 2,5% do total mundial, equivalente às da indústria de transporte aéreo internacional.
A eletricidade consumida pelas 3 operadoras chinesas de telecomunicação – China Mobile, China Unicom e China Telecom – atingiram 14,1 bilhões de Kilowatts em 2008 que, juntas, desembolsaram 12,1 bilhões de yuan em eletricidade no ano.
O acesso ao internet móvel também aumentou o consumo de energias das redes, diz Wu. Assim, o Ministério da Indústria e da Tecnologia de Informação (Ministry of Industry and Information Technology – MIIT) está sugerindo às operadoras a desenvolverem sistemas de gerenciamento de energia e encorajando a adoção de novas tecnologias para melhorar a eficiência energética.
O MIIT também decidiu elaborar e difundir uma padronização para a economia de energia pelo setor das telecomunicações e está solicitando que cada segmento da cadeia industrial utilize tecnologias inovadoras que ofereça produtos de alta qualidade que consumam menos energia e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Atualmente, o ministério está elaborando o plano de economia de energia para o setor das telecomunicações para o período abrangido pelo 12º Plano Quinquenal e está editando um catálogo de produtos mais econômicos energeticamente. [6]
4. A POLÍTICA INTERNA E EXTERNA NO SETOR ENERGÉTICO CHINÊS 4.1 Políticas Internas No final de abril de 2010, o Conselhodo Estado informou que o consumo energético por unidade do PIB caiu 14% nos últimos quatro anos, o que ainda não alcança a meta nacional de queda de 20%, prevista no 11º plano quinquenal. Mas, com um crescimento econômico que chegou a 11,9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, a maior taxa em quase três anos, o consumo chinês de eletricidade cresceu ainda mais. O salto foi de 24%. Em vez de melhora, houve redução geral da eficiência energética. [3]
A China pretende tomar medidas mais rígidas para assegurar o cumprimento da meta em 2010, mas o país está diante de um desafio que nenhuma outra economia emergente grande jamais enfrentou: manter impressionantes taxas de crescimento econômico de forma sustentada, ao mesmo tempo reduzir significativamente suas emissões de gases de efeito estufa. Uma questão central para fazer frente a esse desafio é como o país produz e utiliza eletricidade. Hoje, cerca de 83% da eletricidade da China é produzida com a queima de carvão. A previsão é que essa fonte se torne ainda mais importante no futuro imediato. Em 2008, a China queimou mais que o dobro do carvão usado nos Estados Unidos, segundo maior consumidor do mundo.
O país asiático está enfrentando seu problema com o carvão. Muitos esforços estão sendo empreendidos para frear o aumento acelerado dessa fonte suja de energia. O governo lançou um programa sem precedentes de construção de termelétricas movidas a carvão. Mas não são as usinas sujas e ineficientes do passado. Elas são mais limpas e eficientes que a maioria das usinas elétricas movidas a carvão nos Estados Unidos – onde a mobilização a favor desses novos modelos de usina se encontra paralisada. [3]
Esforços do governo chinês para usar carvão de forma mais limpa incluem as seguintes medidas:
*Todas as novas termelétricas devem usar a melhor tecnologia disponível no mercado. Por isso, algumas das usinas mais modernas do mundo estão sendo construídas no país. Até junho do ano passado, 7.467 termelétricas obsoletas - um total de 54 gigawatts - haviam sido fechadas. [3]
Essas medidas poderão resultar numa redução anual de emissões de mais de 1 milhão de toneladas de dióxido de enxofre e de 12,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono, dois dos maiores vilões do aquecimento global.
*Imposto e programas de incentivo estimulam as 1.000 maiores indústrias do país a usar carvão de maneira mais eficiente. Essa meta já foi alcançada e trouxe uma economia de 100 milhões de toneladas equivalentes de carvão até 2010.
A sustentabilidade é um desafio difícil num país como a China, com apetite crescente por energia. No início de maio, a China viu suas vendas de petróleo e eletricidade movida a carvão subir 24% em relação aos três primeiros meses de 2009, levando à convocação de reuniões no alto escalão do governo. Com uma aumento de 3,2% na intensidade energética, o primeiro-ministro Wen Jiabao determinou que as autoridades provinciais tenham mão de ferro para implementar as metas de intensidade energética. Seu governo anunciou oito novas políticas para elevar a execução da meta de intensidade energética de 20%.
As medidas incluem objetivos mais altos para o fechamento de empreendimentos ineficientes e para o Programa de Eficiência 1000 Empresas (voltado para as maiores companhias), partindo do êxito comprovado desses programas nos últimos quatro anos. As medidas também anunciam uma tentativa promissora de levar as lições aprendidas com o Programa de Eficiência 1000 Empresas para mais companhias, exigindo que sejam supervisionadas as que usam mais de 5000 toneladas anuais de equivalente de carvão.
É difícil estimar, a esta altura, se tais medidas serão suficientes para concretizar o avanço necessário a fim de que se atinja a meta de 20% de energia limpa. Mas o discurso permanece firme: “Não podemos quebrar nossa promessa, debilitar nossa determinação ou enfraquecer nossos esforços, por mais difícil que isso seja”, disse Wen. [3]
Esse endurecimento do governo chinês não ficou somente na retórica, de acordo com a matéria jornalística de 11 de agosto de 2010, cujo título é “China vai fechar 2 mil fábricas obsoletas”: na noite de domingo (8 de agosto), o Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação publicou discretamente uma lista de 2.087 siderúrgicas, fábricas de cimento e outras indústrias de alto consumo energético cujo fechamento foi marcado para 30 de setembro.
Analistas do setor de energia descreveram a medida como um passo importante no cumprimento das metas de eficiência energética do país, mas que não é suficiente, por si mesmo, para cumpri-la.
Ao longo dos anos, funcionários dos governos provinciais e municipais procuram ocasionalmente deter as tentativas de Pequim de fechar fábricas antigas e obsoletas localizadas dentro de sua jurisdição. Em especial, estes funcionários tentaram proteger instalações siderúrgicas antigas e outras operações industriais pesadas que costuma empregar milhares de funcionários e que chegaram a oferecer aos trabalhadores edifícios residenciais, instalações esportivas e outros benefícios desde as décadas de 1950 e 1960.
Desta vez, para evitar este tipo de obstrução local, o ministério disse em pronunciamento publicado na sua página da rede que as fábricas na lista seriam impedidas de obter empréstimos bancários, crédito à exportação, licenças de funcionamento e terras. O ministério alertou até que o fornecimento de eletricidade a estas fábricas seria cortado, se necessário.
O anúncio foi a mais recente de uma série de medidas anunciadas pelos chineses para aumentar a eficiência energética. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, mais poderosa dentre as agências de planejamento econômico do governo, anunciou na última sexta-feira que obrigou 22 províncias a encerrar a prática de fornecer energia a preços promocionais para indústrias de alto consumo de eletricidade, como a produção de alumínio.
O plano quinquenal chinês atual requer um consumo de energia 20% menor para cada unidade de produção econômica em relação ao consumo registrado em 2005. Mas uma alta na produção da indústria pesada observada desde o fim do ano passado levou ao questionamento da capacidade chinesa de cumprir a meta proposta.
O sucesso ou fracasso da campanha chinesa por uma maior eficiência no consumo de energia é acompanhado atentamente não apenas pelos economistas, que citam a campanha como um dos motivos que levaram o crescimento chinês a desacelerar um pouco nos últimos meses, mas também pelos cientistas climáticos.
O consumo de energia na China aumentou tão rapidamente no começo do ano que produziu a maior alta individual de todos os tempos na emissão de gases estufa por um único país. As geradoras de eletricidade queimaram mais carvão para produzir eletricidade suficiente para atender à demanda.
Conforme a China se torna mais dependente das importações de petróleo e carvão, os principais nomes responsáveis pela segurança nacional do país são vistos cada vez mais envolvidos nas políticas de energia e nas questões de segurança energética, entre elas os esforços para aumentar a eficiência do consumo.
Zhou Xizhou, sócio diretor da IHS Cambridge Energy Research Associates, em Pequim, disse que a nova lista de fábricas a serem fechadas, publicada pelo ministério, era uma medida forte para promover melhorias na eficiência. Mas acrescentou que a meta chinesa de obter até o fim deste ano uma melhoria da ordem de 20% em relação a 2005 "ainda é um desafio muito exigente para o prazo estipulado".
Em seu pronunciamento, o ministério disse que as fábricas ameaçadas de fechamento incluiriam 762 produtoras de cimento, 279 produtoras de papel, 175 siderúrgicas e 84 instalações de processamento de couro.
Em Paris, a Agência Internacional de Energia anunciou que, no ano passado, a China ultrapassou os Estados Unidos como maior consumidor mundial de energia.
A China se tornou o principal emissor de gases estufa em 2006. Este marco foi atingido antes por causa da grande dependência da China em relação ao carvão, um combustível fóssil especialmente sujo em termos de emissão de gases que contribuem para a mudança climática.
Além da meta de melhorar a eficiência do consumo energético no planejamento quinquenal atual, um plano anunciado no ano passado pelo presidente Hu Jintao pedia à China que reduzisse em 40% ou 45% suas emissões de carbono até 2020 em relação aos níveis de 2005. As emissões de carbono de cada país é um critério para medir as emissões de gases estufa produzido pelo homem, como o dióxido de carbono.
Mesmo se a China cumprir a meta de eficiência energética neste ano e sua meta de emissões de carbono até 2020, o volume total de emissões de carbono do país ainda deve aumentar muito na próxima década, de acordo com as previsões da Agência Internacional de Energia. Isto se deve a fatores como o rápido crescimento da economia chinesa, o crescente número de proprietários de automóveis e a presença cada vez maior de eletrodomésticos nos lares chineses. [10]
O Governo Central já destinou neste ano 83,3 bilhões de yuans para apoiar seus 10 principais projetos de economia de energia, com o objetivo de promover as tecnologias de eficiência energética em toda a China. O governo continuará melhorando a reforma nos preços de energia.
Medidas como controle de fornecimento de energia poderiam ser usadas, lembrou o vice-ministro. Ele ressaltou que o consumo de energia em seis grandes indústrial pesadas, incluindo aço, energia e indústria química, aumentou em 3,2% por unidade de PIB no primeiro trimestre deste ano. [7]
Eficiência Energética se torna prioridade
Também veiculado na China Daily em 25 de maio de 2010, a matéria jornalística diz que a economia de baixo carbono serviu, nos últimos anos, como incentivo para o crescimento do Novo Distrito Industrial de Huangjinshan, que é administrado pela Zona de Desenvolvimento Econômico e Técnico de Huangshi e irá crescer ainda mais fortemente no futuro segundo um funcionário sênior. “Nós nunca iremos persistir nos interesses econômicos às custas da degradação ambiental no desenvolvimento do Novo Distrito Industrial de Huangjinshan”, disse um membro do Huangshi CPC Standing Committee e diretor administrativo da Zona de Desenvolvimento Econômico e Técnico de Huangshi, Hu Chao. “Recusamos um projeto com risco ambiental e que iria nos trazer um investimento de mais de 2 bilhões de yuans”.
Chao disse que a paisagem original, incluindo as montanhas, os bosques e os lagos no distrito foram preservados da melhor forma possível. Todas as empresas que quiserem entrar no novo distrito industrial devem atender aos mais rígidos padrões ambientais. Além disso, as empresas do distrito são obrigadas a serem eficientes energeticamente, utilizando fontes de energia renováveis e sustentáveis, além de reciclar as emissões de carbono sempre que possível. Como resultado, um grande grupo de empresas de baixa emissão de carbono surgiram no novo distrito industrial.
A Estação de Tratamento de Água de Huangjinshan, por exemplo, com um investimento de 150 milhões de yuans, realizou uma descarga de águas residuais residenciais e comerciais com zero de poluição. A usina de lixo de Huangjinshan, com um investimento de 470 milhões de yuans, deverá estar pronta ainda neste ano, Após a conclusão, a usina será capaz de tratar 1,2 mil toneladas de lixo diariamente, gerando 160 milhões de kwh por ano. “É nossa responsabilidade proteger o meio ambiente e reduzir o consumo de energia. Apenas desta forma podemos realmente desenvolver a região para um novo centro da cidade com indústrias desenvolvidas e um ambiente bonito”, disse Hu Chao.
Desde a instituição do novo distrito industrial três anos atrás, mais de 50 projetos foram apresentados com um investimento combinado de 20 bilhões de yuans, incluindo o Dongbei Industrial Park, o Zhangfan Spring Holiday Resort e o Mailyard Industrial Park. Huangshi é uma cidade pitoresca, com montanhas verdes, rios e lagos, Com o comprimento total do rio de 1.732 km e 258 lagos, Huangshi recebeu a honra de “National Garden City”. [8]
4.2 Políticas Externas A China já tem problemas suficientes para resolver dentro do seu território em matéria de energia e meio ambiente, mas nem por isso deixa de ter dor de cabeça nessa questão em sua política externa, conforme mostra o artigo do Instituto Ciência Hoje, de março de 2010.
China e Índia ameaçam a instabilidade do planeta devido aos problemas ambientais causados tanto pelo crescente consumo de suas populações quanto pelas disputas por recursos naturais e fronteiras. Em artigo publicado na Science, pesquisadores de universidades nos Estados Unidos, China e Índia defendem que a cooperação desses países asiáticos é fundamental para evitar que as previsões climáticas alarmantes para as próximas décadas se concretizem.
A China e a Índia são potências mundiais que dividem espaço físico e recursos naturais. Territórios como o Himalaia e o Tibete são constantemente marcados por disputas políticas entre os governos dos dois países. Além disso, diversos rios cortam a região e são alvo de poluição e profunda ação antrópica que altera seus cursos.
Segundo o biólogo Peter Raven, um dos autores do artigo e presidente do Jardim Botânico de Missouri (Estados Unidos), esses dois países dividem e exploram uma área de grande extensão e, caso trabalhem juntos, os benefícios ambientais serão evidentes. “Se a China causa muitos danos desviando sua água, a Índia pode ser prejudicada, e vice-versa”, diz Raven. “Assim como os problemas surgem em conjunto, as soluções também podem ser encontradas dessa forma”, argumenta.
Os dois bilhões de habitantes de Índia e China se opõem em cultura e nos conflitos territoriais, mas se assemelham em hábitos de consumo. Juntos utilizam 9 milhões de litros de óleo de palmeira por ano, quase um quarto de toda a produção mundial.
Os pesquisadores mostram que, por um lado, China e Índia são responsáveis por manter 8% do crescimento mundial, mas, por outro, esses países podem ser considerados a dupla de consumo e destruição da Ásia. E, se continuarem nesse ritmo, a expectativa é de que, até 2020, eles respondam, por exemplo, por 64% do consumo total de madeira de todo o continente asiático. Segundo os cientistas, o monitoramento do consumo é essencial para que o mundo seja ambientalmente sustentável.
Em relação aos conflitos territoriais, o Himalaia, localizado em território indiano e chinês, sofre com pressões militares dos dois países. A Índia tem diversos projetos hidrelétricos na região, enquanto a China pretende desviar o curso do rio Yang Tsé (rio Azul, em português), para que ele não chegue às fronteiras indianas.
Além disso, esses países asiáticos já sentem as consequências de sua insistência na poluição desmedida. A China sofre com as reincidentes tempestades de areia, que estão associadas à pecuária e à desertificação. Os indianos enfrentam a falta d’água e a extinção de suas espécies consideradas patrimônio genético mundial.
Os autores do artigo defendem que as duas potências têm muito que aprender uma com a outra. A Índia é muito mais eficiente em produção de energia e a China, por sua vez, em redução da pobreza. “Se eles divulgassem esses conhecimentos ou outros relacionados a projetos ambientais, a situação do planeta poderia melhorar substancialmente”, diz Raven, lembrando que em 2009 completaram-se 15 anos da realização de acordos entre as academias de ciência desses dois países.
Os pesquisadores sugerem que essas instituições pressionem os governos a adotar medidas que mudem a realidade econômica e ambiental a que estão submetidos. Além disso, eles garantem ser essencial que os países europeus usem de sua influência política para promover a união entre as duas nações.
Grandes países como o Brasil e os Estados Unidos são vistos como líderes e devem ajudar os menores e mais pobres. “Imagine um mundo de conflitos inúteis, com grande perda de biodiversidade, guerra por água e fome massiva.” Esse é o cenário que Raven descreve para o futuro, caso todos os países não colaborem para que China e Índia mudem sua postura. [11]
Em 2001 a China, juntamente com Cazaquistão, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão e Uzbequistão criaram a Organização Xangai para a Cooperação (SCO na sigla em inglês). Quatro anos depois, a Rússia trouxe a Índia como membro observador do grupo e a China, em contrapartida, convidou o Paquistão e o Irã, ambos também como membros observadores. O Irã é forte aliado da China, Rússia e Índia (Niazi 2006).
Durante reunião da Organização Xangai para a Cooperação e a Comunidade Econômica Eurasiana (EEC na sigla em inglês), realizada em Pequim em maio, os países participantes concordaram em estreitar cooperação nos setores de energia e transporte, a fim de facilitar o comércio e a expansão econômica regional.
A EEC inclui Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão e Uzbequistão. A China e o Turcomenistão assinaram acordo para o desenvolvimento de projetos da indústria de petróleo e gás até 2030 (Trend News Agency 2006). Com o Cazaquistão, a China está em negociação para adquirir os bens da indústria de petróleo no valor estimado de US$ 1.9 bilhões. A China passaria a ter o controle dos campos de petróleo do oeste de Cazaquistão, que têm
reserva de cerca de 340 milhões de barris de óleo cru. Com isso, a China assumiria o controle de pelo menos 30% do total das reservas de petróleo do Cazaquistão (Pound 2006). [12]
As divergências geopolíticas existentes entre a China e o Tibete possuem grande semelhança com diversos outros conflitos dispersos no mundo, a questão territorial.
O principal interesse da China no território tibetano é decorrente da localização geográfica estratégica, pois a província se encontra no continente asiático, no sul e no centro da Ásia, o que facilita o controle da região por parte da China. Essa configuração geográfica possibilita melhor controle por parte do governo chinês, diante desse fato os líderes chineses não têm intenção de conceder a independência política total ao Tibete.
A prova da insatisfação quanto ao processo de independência tibetana foi a atitude do governo chinês que reprimiu, com o uso da força, as manifestações que aconteceram na capital do Tibete, Lhasa.
De acordo com o porta-voz do Ministro das Relações Exteriores, o chinês Liu Jianchao, a China irá lutar efetivamente pela permanência de seu controle na região. O território no qual está localizado o Tibete se encontra em uma região que se estabelece a 4,5 mil metros acima do nível do mar, devido a essas características é chamado de “teto do mundo”, nome dado pelo fato de ser o ponto mais elevado do planeta, mais precisamente por abrigar nessa região o monte Everest, com 8.850 metros de altura.
O interesse chinês no território tibetano não está ligado somente à localização estratégica da região, mas também às suas riquezas naturais, como, por exemplo, as grandes áreas preservadas compostas por enormes florestas, consideradas um grande potencial bioenergético, sem contar as importantes jazidas de minérios presentes no território do Tibete, tais como cromo, cobre, bórax, urânio, lítio, ferro, cobalto e outros.
Outro fator determinante está ligado aos recursos hídricos, uma vez que as nascentes de importantes rios asiáticos, como os rios Yang-tse-Kiang (rio Azul), Hoangho (rio Amarelo), Mekong, Indus, entre outros, nascem em território tibetano, mananciais esses que respondem por aproximadamente 30% das fontes de água da China. [13]
4.2.1 COOPERAÇÃO BRASIL - CHINA Segundo a Agência Ambiente Energia, a subcomissão Brasil-China de Indústria e Tecnologia da Informação se reuniu no dia 8 de junho (2010) para tratar de temas como áreas estratégicas da cooperação tecnológica entre os dois países, sendo elas, eficiência energética, tecnologia da informação e fontes alternativas de energia. A reunião faz parte do Plano de Ação Conjunta 2010-2014 Brasil-China, firmado pelos presidentes dos dois países.
Com o plano, Brasil e China pretendem intensificar a cooperação em energias renováveis nos setores eólico, solar e de hidroeletricidade, além de desenvolver parcerias na área de biocombustíveis para consolidá-los como commodities energéticas e para disseminar a sua produção e uso. A Subcomissão Brasil-China de Indústria e Tecnologia da Informação é uma das 12 que integram a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Cooperação e Concertação (Cosban).
O diretor do Departamento de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação (SI) do MDIC, João Batista Lanari, avalia que a cooperação está em fase adiantada. “A presente reunião é um follow-up da Comissão de TI, instalada em julho de 2008, pelo professor Grando, com a ampliação dos termos a serem discutidos, incluindo áreas de forte interesse mútuo ligados à energia”, explica Lanari. [14]
O objetivo dos dois países é intensificar a cooperação em energias renováveis nos setores eólico, solar e de hidroeletricidade, além de desenvolver parcerias na área de biocombustíveis para consolidá-los como commodities energéticas e para disseminar a sua produção e uso. [15]
A parceria chinesa não se restringe aos aspectos governamentais, mas também ao mundo dos negócios, fato demonstrado pela aquisição recente de concessionárias de energia brasileiras e parcerias na área de biocombustíveis.
Em maio de 2010, a empresa estatal chinesa SGID (State Grid International Development) anunciou um acordo para a compra de sete concessionárias elétricas brasileiras, pertencentes a grupos espanhóis.
O valor da transação é de R$ 3,1 bilhões - o maior investimento chinês no Brasil da história.
A SGID, uma gigante do setor elétrico mundial, é especializada em investir em eletricidade fora da China. Segundo ranking da "Fortune", é a 15ª maior empresa do mundo em receita. A compra ainda precisa ser aprovada pela Aneel.
Com o negócio, a estatal assume parte das empresas Expansión Transmissão e Expansión Transmissão Itumbiara Marimbondo e a íntegra das concessionárias Ribeirão Preto, Serra Paracatu Transmissora de Energia, Poços de Caldas Transmissora, Itumbiara Transmissora e Serra da Mesa.
Uma parte das empresas a chinesa comprou da espanhola Elecnor, que lhe vendeu participações em sete empresas brasileiras de transmissão elétrica por R$ 934,4 milhões (US$ 520 milhões). A espanhola também informou que comprou outra empresa de transmissão brasileira, a LT Triângulo, por R$ 352,4 milhões. [16]
Ainda, segundo o jornal Folha de S. Paulo de 24 de agosto de 2010, o Brasil prepara parceria com a China para fabricar biocombustíveis na África, a exemplo do que já faz com os Estados Unidos e a Europa.
A produção deve ser totalmente voltada para o mercado chinês, afirma o diretor do departamento de energia do Ministério das Relações Exteriores, André Lago.
“As conversas já foram iniciadas. O Brasil sabe das responsabilidades em relação á África e tem procurado chamar outros países para desenvolver o continente”, afirmou à Folha, após participar do seminário Mudanças Climáticas e Tecnologias Inovadoras para Energia, promovido pela Coope/UFRJ.
A China pretende dobrar, nos próximos anos, a geração das chamadas novas energias, como biocombustíveis, solar e eólica.
Com o projeto da África, a China pretende emitir créditos de carbono para compensar a emissão de gases, cada vez maior diante do forte avanço da terceira maior economia global em 2009.
Lago disse que ainda não há definição sobre o país e qual projeto será instalado na África. O ministro Samuel Pinheiro Guimarães (Secretaria de Assuntos Estratégicos) disse considerar a China um dos principais parceiros do país pelo fato de ser um dos maiores produtores de ciência e tecnologia do mundo.
Ele ressaltou que o Brasil vem desenvolvendo parcerias no setor energético com diversos países. “Eles têm preocupação grande, têm emissões importantes de gases por causa da utilização do carvão. Temos possibilidade de cooperação muito grande com outros países, inclusive com a China”, observou.
Investimento na Bahia
Segundo publicado no site Power, a missão da agropecuária baiana à República Popular da China começa a colher os primeiros frutos. Em Pequim, o grupo Pallas International Consultants assinou protocolo de intenções com o governo da Bahia, através das Secretarias da Agricultura, do Planejamento, da Indústria, do Comércio e Mineração, e da Infra-estrutura, representadas no ato pela Seagri, reafirmando sua disposição de investir na Bahia no segmento de energias renováveis, (biodiesel, solar, eólica e biomassa).
O secretário da Agricultura, Eduardo Salles, assinou o documento juntamente com o presidente da Pallas, Richard Qiu. Ele afirmou que a assinatura do protocolo se reveste da maior importância porque este ato era necessário para oficializar o grupo junto ao governo chinês, e assim dar sequência aos investimentos na Bahia.
De acordo com Richard Qiu, além de visar a produção de oleaginosas e biodiesel, “muitos outros negócios podem surgir em diversas outras áreas”.
A convite do presidente, a comitiva baiana visitou as instalações do grupo Pallas, onde foram feitas apresentações das potencialidades e interesses de negócios de cada cadeia produtiva representada na delegação da Bahia.
Eduardo Salles explicou que a Pallas quer investir em parceria com os produtores baianos nas culturas de soja, girassol e mamona, intencionando também a compra de produtos. O próximo passo será a vinda de um grupo de representante do grupo à Bahia, para visitar as regiões que produzem estas culturas. A mamona tem seu maior pólo produtor na região de Irecê, mas está presente também na Chapada Diamantina e na região Nordeste do Estado.
A soja é produzida na região Oeste, enquanto que o girassol está sendo produzido no Oeste, Chapada e região Nordeste. A visita dos empresários chineses deve acontecer nos próximos 90 dias.
A missão baiana permanece na China até o dia 24. A programação inclui visitas a indústrias de processamento de frutas, de alho e gengibre, e rodadas de negócios nas cidades de Jinan, Shandong e Laiwu.
Participam da missão a Associação de Produtores de Cacau, APC; Instituto da Fruta; Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia, Aiba, entidade que congrega 95% dos produtores do Oeste baiano; Associação dos Produtores de Algodão da Bahia, Apaba; Fundação Bahia; Associação dos Frigoríficos da Bahia; Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense, Coopmac, e Associação dos Produtores de Café da Bahia, Assocafé.
A agropecuária baiana é responsável por 24% do PIB baiano, e os segmentos representados nesta missão representam mais da metade deste percentual, segundo avalia o superintendente de Políticas do Agronegócio da Seagri, Jairo Vaz. A missão representa uma oportunidade concreta de expansão da presença baiana no continente asiático, e conta com o apoio da Agência de Promoção à Exportação na China (APEX). [17]
5. CONCLUSÃO A China, cujo projeto de prosperidade já tem mais de 30 anos, deverá continuar sendo a planta de manufatura industrial do mundo e aumentar a sua influência junto aos países menos desenvolvidos da África, Ásia e América Latina.
Porém, para que a China continue expandindo economicamente, torna-se imprescindível atender à crescente demanda por energia e, paradoxalmente, reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Dada a colossal dificuldade para se conseguir esse equilíbrio, a China precisará contar com tecnologias e produtos cada vez mais eficientes energeticamente, reduzir o desperdício e acabar com os subsídios para combustíveis fósseis.
As escolhas dos consumidores chineses influenciarão na vida de todos os habitantes do mundo. O crescimento Chinês veio para ficar, temos que ter cuidados com seu apetite.
6. REFERÊNCIAS [1] Site da Embaixada da República Popular da China noBrasil http://br.chineseembassy.org/por/zggk/ > acesso em 05 de setembro.2010.
[2] Databook of The World 2010. Vol.22. Ninomiya Shoten pg 206
[3] Revista CEO Exame CHINA. A China verde é sustentável? LASH, Jonathan. pg. 55
[4] Site Quintus http://movv.org/category/china/
[5] Site http://geopoliticadopetroleo.wordpress.com/2010/08/08/china-pretende-investir-us-738-bilhoes-em-energia-renovavel-na-proxima-decada/> acesso em 13 de setembro.2010.
[6] Site http://www.istockanalyst.com/article/viewiStockNews/articleid/4418391> acesso em 13 de setembro.2010.
[7] Site www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID=%7BF5EAADD6%2DCCB0%2D4E2...> acesso em 7 de junho.2010
[8] Site www.procelinfo.com.br/mais.asp?ViewID=%7BF5EAADD6%2DCCB0%2D4E2... > acesso em 7 de junho. 2010.
[9] Site http://www.energybulletin.net/node/3566 > acesso em 3 de fevereiro.2010.
[10] Site http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,china-vai-fechar-2-mil-fabricas-obsoletas,593625,0.htm> acesso em 11 de agosto. 2010.
[11] Site http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/03/china-e-india-cooperacao-necessaria/> acesso em 10 de agosto.2010.
[12] Site http://vsites.unb.br/ceam/neasia/boletins/artigo_soniaanelson271206.pdf> acesso em 13 de setembro.2010.
[13] Site http://www.brasilescola.com/geografia/a-questao-tibete.htm> acesso em 17 de setembro.2010.
[14] Site http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2010/04/renovaveis-brasil-e-china-em-cooperacao/2571> acesso em 17 de setembro.2010.
[15] Site http://www.revistasustentabilidade.com.br/eficiencia-energetica/brasil-e-china-firmam-parceria-para-inovacao-em-eficiencia-energetica > acesso em 18 de setembro.2010.
[16] Site http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u736229.shtml > acesso em 23 de agosto.2010.
[17] Site http://www.power.inf.br/site/todas-as-noticias-de-energias-alternativas/1631-grupo-chines-vai-investir-em-energia-renovaveis-na-bahia > acesso em 19 de setembro.2010.